Esperança de mudança

Muita esperança pesa nas costas do novo presidente norte-americano. Para o Brasil não acredito em nenhum melhoria, principalmente com relação às nossas exportações. Mas para o mundo pode até ser que esse jovem consiga melhorar algo. O problema maior que ele enfrentará será com relação ao conserto dos erros e vícios do atual governante. Muito tempo será perdido para se buscar amenizar a má administração de George W. Bush, e isso em todos os sentidos: guerras desnecessárias, desestabilização de regiões, planos belicosos, atrapalhadas ambientais, erros diplomáticos e uma monstruosa crise financeira. Era visível o semblante carregado daquele povo nas filas de votação, como quem busca uma alternativa para se livrar de um pacote incômodo. É isso que Bush se tornou para o mundo: peso morto.

Obama não poderá resolver todos os problemas de uma vez, nem isso seria viável, mas poderá começar uma nova era de paz entre as nações do mundo. Essa alma de guerreiro colonialista do povo do norte tem de chegar ao fim. Estamos no século XXI, quando o homem avança para um tempo de grandes descobertas tecnológicas e planeja um futuro mais igualitário e ameno. É o instante de repensar conceitos, em especial no que concerne ao subjugo de nações militarmente mais fracas, com o fim de se lhes impor um regime de governo ou de economia que se almeja ideal. Cada povo segue seu rumo na história e o período de evolução social deve ser respeitado, sob pena de uma guerra generalizada em prol de uma meta impossível de ser atingida.

Texto by Adriano César Curado

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