A Paz



Eu quero que

O mundo tenha paz,

Mas não a paz 


Da quietude silente

Dos mortos

Nem a paz

Aflitiva e constrangedora

Da rendição dos humildes.

Não quero a paz forçada

pelo julgo desumano

do fraco no forte,

eu quero aquela

paz incondicional

e intransigente

dos que ousam sonhar,

a paz plena pura escura

de tanto a gente sujar

pegar ensebar

usar e abusar.

Esta a paz

Que quero no mundo

Semente de luz

Pequenina e frágil

A germinar em

Coração

alma

mente

Dos monarcas

da Terra.

4 comentários:

Fabiano disse...

Eu também gostaria de ter essa paz e de poder distribui-la a todo o mundo. Este seu blog me dá uma sensação de tranquilidade, toda vez que venho aqui. Meus parabéns.

Joaquim Amâncio disse...

Poema lindo, palavras maravilhosas e sublimes versos. Vc sabe combinar receitas sábias. Parabéns pela postagem.

Merlaine Garcês disse...

Adriano!
Muito obrigada pela visita!
Seguindo-te!

Idiossincrasia Literária disse...

Boua! essa paz seria muito bem vindo no momento individual e também em que o mundo está inserido!
Belo texto!
agradeço tbm pelo coment no meu blog, não respondi antes por falta de tempo
abraçosss